06/06/2009

Diapositivos com Informação Variada sobre a Diabetes


Clique na Imgem para ver os 36 Diapositivos da Sessão n.º2, que foram apresentados na Intervenção em Grupo!

22/05/2009

OBJECTIVOS DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO

Objectivos específicos:

Sessão nº1
“Estes somos nós!”


☼ Melhorar o ajustamento psicossocial à diabetes, através da partilha de dúvidas, de sentimentos e emoções associadas à doença;
☼ Promover o contacto entre adolescentes com Diabetes Mellitus tipo 1;



Sessão nº2
“O mundo da diabetes!”

☼ Promover conhecimentos e informações sobre a diabetes mellitus tipo 1 e os seus tratamentos;
☼ Consciencializar para a importância de se encarar a doença com mais responsabilidade e prudência;
☼ Trabalhar as crenças acerca da diabetes;






Sessão nº3
“Como lidar com a diabetes?”



☼ Promover o desenvolvimento de competências necessárias ao auto-controlo, auto-eficácia e auto-tratamento, para melhorar a adesão ao tratamento;
☼ Promover comportamentos adequados e estratégias para lidar com situações problemáticas resultantes da diabetes;



Sessão nº4
“Exercício físico, Alimentação e Despedidas …”

☼ Perceber a importância do conhecimento da quantidade de hidratos de carbono na elevação dos níveis de glicose;
☼ Reconhecer a importância do
exercício físico no controle metabólico e a sua relação com a alimentação;
☼ Promover o contacto entre adolescentes com diabetes;
☼ Promover o contacto entre os adolescentes e os profissionais de saúde;

20/05/2009

“Aderir para mais tarde sorrir..."


Profissionais responsáveis pela implementação do programa

Facilitador:
Dr.ª Ângela Rodrigues (Psicóloga estagiária do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental)

Co-orientador:
Dr. José Luís Gouveia (Psicólogo do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental)

Médicos pediatras:
–Dr. Alberto Costa
–Dr.ª Carla Meireles
–Dr.ª Ângela Dias

Nutricionistas:
–Dr.ª Fátima Fonseca
–Dr.ª Isabel Barros (estagiária de nutrição)
–Dr.ª Vânia (estagiária de nutrição)

17/05/2009

O GRUPO

•O grupo foi composto por 8 adolescentes com Diabetes Mellitus Tipo 1, com idades compreendidas entre os 13 e os 17 anos.
•Foram adolescentes de ambos os sexos (4 raparigas e 4 rapazes), com ausência de patologia grave diagnosticada e com uma capacidade cognitiva e verbal preservada.
•O programa de intervenção foi aplicado em 4 sessões.
•As actividades foram realizadas por meio de dois encontros semanais, com duração de aproximadamente 60/90 minutos para um melhor aproveitamento das actividades propostas.
•No desenvolver das sessões foram feitas algumas exposições de conteúdos programáticos:
–Psicoeducação sobre a diabetes, a alimentação e o exercício físico;
–Partilha de experiências e obstáculos face à doença;
–Reflexões em grupo;
–Momentos de convívio e diversão entre os elementos do grupo e os profissionais da consulta de Diabetes Pediátrica.

Porquê de uma Intervenção em Grupo com adolescentes diabéticos?

•A adolescência caracteriza-se por um período de rápidas transformações biológicas, cognitivas e sociais. Nesta fase da vida, aumentam significativamente os acontecimentos stressantes, que podem desencadear uma sensação de descontrolo perante os acontecimentos envolventes e acções pessoais, podendo causar perturbações no adolescente. Para esta população viver com uma doença crónica, não é uma tarefa fácil e a Diabetes Mellitus Tipo 1 pode ser percebida como um acontecimento de vida perturbador que se relaciona com uma multiplicidade de ocorrências e condições de desenvolvimento (Almeida & Pereira, 2006; Leite, 2005).
•A adesão aos tratamentos da Diabetes Mellitus Tipo 1 é essencial para o controlo e para a qualidade de vida dos adolescentes insulino-dependentes. Devido aos vários factores que influenciam a adesão à terapêutica, principalmente nos adolescentes, a taxa de adesão é baixa, podendo levar a que estes sofram consequências graves no seu futuro.
•Com este programa o objectivo central foi aumentar a adesão dos adolescentes aos tratamentos da diabetes.
-> Dr.ª Ângela Rodrigues (Psicóloga)

"Aderir para mais tarde sorrir" - Intervenção em Grupo

02/04/2009

Terapia em Grupo para Diabéticos

Nos dias 31 de Março e também nos dias 2, 7 e 9 de Abril está a decorrer e decorrerá sessões em grupo de jovens diabéticos do Ave.

27/06/2008

Hidratos de Carbono ou Glícidos

Nutrição Geral - Conheça os Alimentos e Nutrientes
Os hidratos de carbono ou glícidos
Os hidratos de carbono estão presentes numa série de alimentos, e são conhecidos habitualmente por amidos ou açúcares.
A função dos hidratos de carbono
Os hidratos de carbono (também conhecidos por glúcidos, amidos ou açúcares) são um macronutriente cuja função é essencialmente energética. Apesar de terem também funções de construção e reparação dos elementos que compõem o corpo, a sua função por excelência é a produção de energia para os vários processos metabólicos. Uma grama de hidratos de carbono fornece 4 kcal.
Que tipos de hidratos de carbono existem?
Os hidratos de carbono são classificados em três grandes grupos: os polissacáridos (que são hidratos de carbono complexos), os monossacáridos e os dissacáridos (que são hidratos de carbono simples). A classificação em simples e complexos tem a ver com a sua estrutura química.
Os hidratos de carbono ou açúcares simples podem ser de dois tipos:
- monossacáridos, quando são formados por um só elemento, como a frutose, a glucose ou a galactose, encontrando-se estes principalmente na fruta e no mel;
- dissacáridos, quando são formados por dois elementos, como a sacarose (açúcar comum), a lactose (açúcar do leite) e a maltose (açúcar da cevada e outros cereais). Estes açúcares são compostos por 2 monossacáridos.
Os monossacáridos e os dissacáridos, sendo moléculas pequenas, são facilmente absorvidos a nível intestinal e utilizados pelo organismo, constituindo por isso uma fonte de energia rapidamente disponível, mas também de curta duração. São chamados por isso, de açúcares de absorção rápida.
Os hidratos de carbono complexos ou polissacáridos são grandes moléculas, compostas por muitas unidades de açúcares simples, unidas em cadeias de centenas, ou até mesmo milhares. Dão origem ao amido, ao glicogénio, à celulose e a outros tipos de fibra (não digeríveis).
O amido é o açúcar mais adaptado ao ser humano. Como é constituído por moléculas grandes, estas precisam ser degradadas noutras mais pequenas (glucose), para poderem ser absorvidas. Como este processo é demorado, chamam-se açúcares de absorção lenta, e fornecem energia durante várias horas. Estão presente em alimentos como o pão e outros cereais, as batatas, o arroz, a massa e as leguminosas.
Os hidratos de carbono encontram-se em maior ou menor quantidade em todos os produtos de origem vegetal, os produtos que vêm da terra, como os cereais, as batatas, as leguminosas, o arroz, a fruta, a beterraba (de onde é extraído o açúcar) e o mel.
Os alimentos de origem animal contêm poucos hidratos de carbono, com excepção do leite, que apresenta um teor elevado de lactose (o açúcar do leite).
É recomendado que cerca de 55 a 70 % das calorias da dieta sejam fornecidas pelos hidratos de carbono.
Independentemente do tipo de hidratos de carbono que comemos, após a digestão deste nutriente, o resultado será um açúcar simples que possa ser absorvido para a corrente sanguínea, e chegar a todas as células do corpo.
Os níveis de açúcar no sangue (glicémia) são regulados pelas hormonas insulina e glucagina. Quando a glicémia sobe, após uma refeição rica em hidratos de carbono, a insulina é libertada pelo pâncreas, de modo a restabelecer um nível normal de açúcar (glucose) no sangue. O problema dos diabéticos é não produzirem insulina suficiente, facto que leva a que tenham níveis muito elevados de glucose no sangue.
A velocidade a que um hidrato de carbono é digerido e absorvido para a corrente sanguínea, é indicada pelo Índice Glicémico (IG) desse açúcar. Quanto mais elevado for o IG de um alimento, mais rapidamente sobem os níveis de açúcar no sangue, após a ingestão do alimento.
Os hidratos de carbono complexos têm IG mais baixos do que os açúcares simples, pelo que a sua ingestão ajuda a controlar a fome, o apetite e os níveis de açúcar no sangue.
A glucose em circulação no sangue pode ser utilizada directamente como fonte de energia para as actividades físicas e celulares, incluindo a função cerebral (o cérebro utiliza unicamente glucose como fonte de energia, é incapaz de “funcionar” com outro “combustível” como as gorduras ou proteínas, ao contrário dos músculos); pode ser convertida em glicogénio e ser armazenada no fígado e nos músculos, servindo posteriormente para a produção de energia; finalmente, e depois de satisfeitas as funções anteriores, o excesso de glucose é convertido em gordura e armazenado no tecido adiposo.